Grupo Recreativo «O Vigor da Mocidade»

93 Anos de História

Divisão de Elite da AFCoimbra 

Complexo Desportivo do Vigor da Mocidade
Equipa de Arbitragem: Pinto Nunes, auxiliado por Jorge Carvalho e André Oliveira.

VIGOR: Pedro Dias, JP, Bernardo Fonseca, Rui Daniel (João David 20'), Simão Pacheco, Eric, Rui Varejão (Batalha 82'), Hugo Amado (Cap.) (Rafa Crisóstomo 82'), Francisco Lopes (Evgheni 15'), Filipe Simão e Curvelo (Rafa Madeira 82')
Suplentes não utilizados: João Medina e João Salvado.
Treinador: Carlos Santos.
Golos: Filipe Simão (88') e Rafa Crisóstomo (91')

NAVAL 1893: Rui, JD (Ricardo 76'), Leo, Tomás Lima, Sávio, Rian (Gonçalo Rolinho 62'), Amorim (Cap.), Gil (Edson 54'), Raquete, Vicent (Vicente 76') e Damien..
Suplentes não utilizados: Lucas Pinheiro.
Treinador:  Nuno Raquete
Golos: Leo 68'

Última jornada da divisão de Elite da A. F. Coimbra. No frente a frente entre Vigor e Naval, houve lugar a uma justíssima homenagem ao árbitro Pinto Nunes, que colocou um ponto final na sua longa carreira de árbitro, tendo recebido das mãos do Presidente da AFC- professor Horácio Antunes, uma placa de agradecimento pelos seus 24 anos ao serviço da causa da arbitragem. A esta homenagem associou-se o Vigor e a Naval tendo ambos os Presidentes Mário Fernandes e Joca entregue uma camisola do equipamento principal dos seus clubes. A Naval entrou forte na partida exercendo forte pressão sobre o setor mais recuado do Vigor. O Vigor aos 15’ e 20’ viu-se obrigado a fazer duas mexidas por lesão grave de Francisco Lopes que teve de receber assistência hospitalar e Rui Daniel. O Vigor conseguiu equilibrar a partida, aos 33’ Curvelo disparou forte à baliza de Rui que efetuou um defesa com nível para canto. A Naval tinha maior posse de bola, mas foi o Vigor por intermédio de Evgheni, aos 42, que voltou a desperdiçar oportunidade soberana para abrir o ativo, novamente com intervenção excelente de Rui com defesa apertada para canto. O intervalo chegou com o placard em branco. Na segunda metade e logo a abrir Edson desperdiçou uma ocasião flagrante de golo disparando ao lado. A Naval estava por cima e aos 68 chegou à vantagem com Leo a responder da melhor maneira a um cruzamento no corredor direito cabeceando nas alturas sem hipótese de defesa para Pedro Dias. O Vigor nunca baixou os braços e acreditou que seria possível chegar pelo menos à igualdade. Carlos Santos aos 82’ fez três alterações, reforçando o seu ataque com sangue novo. Aos 83’ Filipe Simão foi a executar um livre à entrada da área, tendo-o feito na perfeição rematando em jeito fazendo a bola passar a barreira e aninhar-se ás malhas laterais da baliza. O golo fez acreditar ainda mais os donos do terreno, e já em períodos de descontos o endiabrado Evgheni fez uma arrancada pelo flanco esquerdo do seu ataque indo à linha de fundo oferecer o golo ao ainda júnior Rafa Crisóstomo, para delírio dos adeptos do Vigor.  E terminou assim mais uma época futebolística, agora é tempo de gozar férias. Pinto Nunes terminou em grande, não complicou, deixou jogar como sempre foi seu timbre, realizando na despedida uma excelente prestação.


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